A partir dos anos 80, a Organização Mundial de Saúde (OMS) passou a incentivar a “Medicina Tradicional” principalmente devido aos altos custos dos remédios industrializados. Paralelamente, muitos médicos e pesquisadores aderiram à tendência, neste caso preocupados com os muitos efeitos colaterais das drogas sintéticas, fruto indesejado do grande avanço tecnológico da indústria farmacêutica.
Países como EE.U. e Canadá e todo o Mercado Comum Europeu registraram neste período um acréscimo de 50 milhões de adeptos – 30 mil médicos entre eles – para a medicina alternativa. A revalorização do uso de plantas medicinais é uma reação lógica ao abuso do uso indiscriminado de produtos químicos e substâncias sintéticas. Mas é também uma questão econômica, de uma única planta pode-se obter mais de 30 princípios ativos.
Com a criação da Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, por meio do Decreto Presidencial Nº. 5.813, de 22 de junho de 2006, o Brasil, dono da maior diversidade genética do mundo com 55 mil espécies vegetais conhecidas e um patrimônio imaterial relacionado às plantas medicinais dos mais abrangentes pela confluência de vários sistemas etnofarmacológicos, está se preparando para assumir papel de destaque no cenário mundial.
O uso de ervas medicinais, intrínseco ao desenvolvimento da raça humana no planeta, assume agora uma característica nova – 20% de todos os fármacos usados no mundo hoje em dia tem princípios ativos vegetais puros ou associados e o faturamento das empresas que produzem medicamentos de origem botânica cresce vertiginosamente.
O convívio de mais de cinqüenta anos com ervas medicinais, e mais de 30 anos de prática terapêutica trouxeram-me duas certezas – o renascimento da fitoterapia não é um modismo e o reconhecimento e valorização das práticas populares e tradicionais de uso de plantas medicinais e remédios caseiros é o caminho do futuro.
Minha modesta contribuição neste cenário é informar; dando igual importância ao conhecimento tradicional – ao qual estou ligada a quatro gerações familiares e ao conhecimento científico – a cujos ensaios clínicos e farmacológicos recorri para consolidar junto à opinião pública profissional e leiga minha certeza inabalável de que as plantas curam.
Que essas informações possam incentivar o uso responsável, sustentável e irreversível do reino vegetal como principal fonte terapêutica para a humanidade.
Ref: ITF Disponibilidade: IMEDIATA Frete Grátis: Não Informações Adicionais:
328 Páginas
Formato: 18 x 26 cm
Brochura
ISBN: 85-870-9879-9
Errata:
Onde se lê:
O Pata de vaca abaixa níveis de açúcar de sangue. É contraindicated em esses com hypoglycemia. Os diabéticos que desejam usar esta planta procurar o conselho e supervisão de um médico qualificado de cuidado de saúde enquanto usar esta planta como níveis de açúcar de sangue necessitarão ser controlados cuidadosamente e medicamentos podem necessitar adaptaçõesEm.
Leia-se:
A Pata de vaca abaixa níveis de açúcar do sangue. É contraindicada em hipoglicêmicos. Aos diabéticos que desejam usar esta planta: procurar o conselho e supervisão de um médico qualificado em cuidado de saúde enquanto usar esta planta, como níveis de açúcar do sangue necessitarão ser controlados cuidadosamente e medicamentos podem necessitar adaptações.
Na página 181 onde se lê:
Descrição Botânica:
Planta herbácea, perene, ereta, com rizomas que podem pesar mais de 1Kg, feculentos.
Folhas grandes, cordiformes ou sagitadas , verde-escuro aveludado com nervuras grossas, verde-claro. A página inferior tem coloração verde-clara. As folhas podem atingir até 1m de comprimento.
Raramente floresce. É cultivado em todo o país como alimento, prefere climas quentes e úmidos, vegetando melhor em brejos. Reproduz-se pelos tubérculos.
Leia-se:
Erva muito ramosa ou arbusto pequeno, 1-3m altura, com hastes frágeis, semi-suculentas e folhagem pegajosa-aromática. Folhas pecioladas, ovadas-oblongas a redondas, 3,5 a 8 cm de comprimento por 3,5 a 7 cm de largura, margem crenada ou denteada, cobertas de penugem glandular-pubescente escassa ou densa em ambas superficies, com grau de pilosidade variado. Flores dióicas em grandes panículas terminais ramificadas., de tamanho minúsculo, as masculinas maiores que as femininas, branco-pálidas ou malva.